O Delegado-Geral da PCSC (Polícia Civil de Santa Catarina) se manifestou, nesta quarta-feira (11), sobre o procedimento preparatório instaurado contra a atuação dele no Caso Orelha. Ulisses Gabriel está sendo investigado após representações recebidas pela 40ª Promotoria de Justiça da Comarca da Capital.
O procedimento preparatório foi instaurado nesta terça-feira (10) pelo MPSC (Ministério Público de Santa Catarina), e busca avaliar a necessidade de instauração de inquérito civil.
Em nota oficial à imprensa, o delegado declarou: “Estou absolutamente tranquilo e confio na atuação do Ministério Público. Não tenho como responder por abuso de autoridade, muito menos por violação de sigilo funcional, pois não sou e nunca fui responsável pela investigação”.
Para ele, a investigação se dá por falas que fez na coletiva da imprensa do dia 27 de janeiro, que deveria esclarecer todo o caso. Na ocasião, três adultos foram indiciados por coação de testemunhas no caso. Posteriormente, a Polícia Civil recomendou a internação de um dos quatro adolescentes investigados.
Ulisses afirmou que as informações que divulgou durante a coletiva não eram sigilosas, mas de conhecimento público — como informações da viagem dos suspeitos.
Por fim, disse que o procedimento preparatório teria motivação ideológica, insinuando ataque à polícia. “Há informações de representações no MP em contexto apresentadas por movimentos políticos e motivações escusas ideológicas contra a PC e SC”.





























